11/09/2026

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Rússia inclui controladora do Facebook e Instagram em lista de terrorismo

SÃO PAULO, SP (UOL-FOLHAPRESS) – O Serviço de Monitoramento Financeiro da Rússia incluiu a empresa norte-americana Meta, controladora do Facebook, Instagram e Whatsapp, em uma lista mantida pelo órgão sobre organizações envolvidas em terrorismo e extremismo.

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De acordo com a agência de notícias russa Interfax, além da Meta -que já havia sido considerada pela Rússia uma organização extremista e estava banida no país – o movimento intitulado “Vesná” também foi incluído na lista. O grupo promove manifestações contra o governo Vladimir Putin e já se posicionou contra a guerra na Ucrânia.

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Em março, a justiça da Rússia aceitou pedido do Ministério Público para proibir no país as atividades da companhia tecnológica Meta, matriz do Facebook, Instagram e Whatsapp, por considerá-la uma organização extremista.

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“Fica proibida as atividades da multinacional americana Meta Plataforms, de oferecer as redes sociais Facebook e Instagram no território da Federação Russa, por atividades extremistas”, indicou o plenário do tribunal de Tverskoi, por meio de comunicado no Telegram.

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A decisão não foi aplicada ao serviço de mensagens Whatsapp, por não conter funções para a difusão pública de informações.

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O UOL tenta contato com a Meta sobre a inclusão na lista russa. Caso haja resposta, o texto será atualizado.

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Meta derruba redes de desinformação sobre a guerra

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A Meta, empresa matriz das redes sociais Facebook e Instagram, anunciou em 27 de setembro que derrubou o que parece ser a maior rede de desinformação da Rússia sobre a guerra na Ucrânia, assim como uma outra rede menor da China para influenciar as próximas eleições americanas.

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A operação russa começou em maio e foi direcionada principalmente à Alemanha, mas também França, Itália, Ucrânia e Reino Unido, informou David Agranovich, funcionário da Meta, durante uma coletiva de imprensa.

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No centro da operação estavam 60 sites falsos imitando meios de comunicação conhecidos, como os jornais alemães Der Spiegel e Bild, o inglês The Guardian e a agência italiana ANSA, disse a Meta.

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A rede russa criou artigos com críticas à Ucrânia e apoio à Rússia, e os compartilhou no Youtube, Facebook, Instagram, Telegram, Twitter e em plataformas de petição online.