12/09/2026

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Idosa alimenta ratos que infestaram sua casa e gera confusão com vizinhos

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma idosa foi multada por um tribunal britânico após alimentar os ratos que invadiram sua casa e tratar os roedores como se fossem seus animais de estimação. O caso aconteceu em Essex, no Reino Unido.

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No processo, Margaret Manzoni, de 73 anos, afirmou que não conseguiu lidar com a infestação de ratos em sua residência, pois seus princípios veganos não permitiam qualquer ato agressivo ou maltrato aos animais. No entanto, para impedir que os ratos se espalhassem pela vizinhança, a aposentada decidiu alimentá-los diariamente, para mantê-los em sua casa.

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De acordo com o jornal britânico Wales Online, a criação irregular foi descoberta no início do ano, quando os vizinhos de Margaret a denunciaram, já que os ratos invadiram as propriedades deles.

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Em abril, ela foi multada pelo conselho distrital local por não ter exterminado os roedores de sua casa, já que esses animais estão entre os propagadores de doenças em zonas urbanas e rurais. Além disso, a mulher recebeu a ordem para eliminar os invasores com o suporte de uma equipe de exterminadores de pragas.

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Apesar da pressão feita pelas autoridades, Margaret descumpriu a ordem. Em setembro, a aposentada foi processada novamente e precisará pagar uma multa de 1.500 libras esterlinas (equivalente a R$ 9.000 na cotação atual), somados aos custos do processo, em torno de 2.395 libras esterlinas (R$ 14.280) e uma sobretaxa de 150 libras (R$ 895).

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Em uma audiência no Tribunal de Magistrados de Colchester, Margaret foi informada de que, embora o conselho “entenda suas crenças em relação ao veganismo”, a prática de criar ratos dentro de caso é um risco à saúde pública.

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O conselho também explicou que a punição foi rígida porque Margaret decidiu desobedecer às autoridades, após receber várias notificações e visitas de equipes de vigilância sanitária. Por causa de sua negligência, os ratos continuaram fugindo para as residências vizinhas, causando transtornos aos moradores.

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Antes da decisão final da Justiça, os funcionários do conselho distrital fizeram novas visitas ao imóvel de Margaret e ofereceram ajuda. Ela recebeu a ordem para parar de alimentar pássaros, limpar o jardim coberto de mato e chamar o controle de pragas.

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Para facilitar a situação, o conselho também ofereceu uma moradia alternativa para Margaret se acomodar, enquanto a equipe de controle de pragas trabalhasse no imóvel. No entanto, ela não concordou com a medida e se recusou a abrir mão dos ratos.

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Até o momento, o conselho distrital não informou à imprensa britânica o que fará caso Margaret continue criando ratos em sua residência, ignorando os riscos à saúde pública.