(FOLHAPRESS) – Jade Picon, 21, está fazendo escola. A ex-BBB e influenciadora causou polêmica ao ser contratada para um papel na novela “Travessia” (Globo) sem ter registro profissional de atriz. Para isso, ela precisou de uma autorização especial do Sated-RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro).
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Agora, outro participante da 22ª edição do Big Brother Brasil (também da Globo) está pleiteando o mesmo tipo de permissão. Trata-se do designer fluminense Eliezer Netto, 32, que recebeu um convite para participar da segunda temporada da sitcom “A Sogra Que Te Pariu” (Netflix).
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Estrelada por Rodrigo Sant’Anna, 41, a série foi criada pelo comediante, que também assina como produtor. O presidente do sindicato, Hugo Gross, conversou com ele para entender a necessidade de escalação de um “não-ator”.
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A entidade afirma que o pedido de autorização foi feito apenas após a divulgação de que o ex-BBB faria a participação, o que não é o procedimento correto. Porém, a tendência é que a permissão seja dada, uma vez que se trata de um papel pequeno.
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O sindicato lembra, no entanto, que esse tipo de autorização é específico para um determinado trabalho e não serve como material para dar entrada no registro profissional. É o mesmo caso de Jade Picon, que não poderá usar o trabalho na novela das 21h da Globo para tentar se profissionalizar como atriz.
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Para isso, no estado do Rio de Janeiro, tanto Jade quanto Eliezer precisariam comprovar trabalhos com falas nos últimos 3 anos consecutivos para receber um registro provisório. No caso do registro definitivo, a exigência subiria para 5 anos. A outra opção seria fazer um curso profissionalizante.

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