Os cientistas – especialmente os da TV – dizem algumas coisas bastante surpreendentes. É tudo parte do trabalho deles. Mas apesar de algumas dessas declarações não serem absurdas pra eles, pra nós podem ser totalmente épicas. Aqui estão algumas palavras relacionadas à ciência que quase fizeram nossas cabeças explodirem.
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Quando Neil deGrasse Tyson afirmou que a Matrix pode ser real
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Em abril de 2016, o bom doutor Neil deGrasse Tyson disse que a probabilidade do mundo em que vivemos ser uma simulação de computador é muito real – e muito alta. Durante o Isaac Asimov Memorial Debate desse ano, Tyson argumentou que, enquanto aceitamos que a simulação universal é viável, podemos descobrir que algumas espécies altamente inteligentes lá fora já simularam um Universo e nós somos o resultado dessa simulação.
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No entanto, provar esta verdade é mais complicada do que chegar à ideia. Essencialmente, a humanidade teria que descobrir todas as regras do Universo, que é o que os físicos fazem. Claro, isso não vai acontecer tão cedo, por isso não há necessidade de se preocupar sobre a pílula vermelha ou azul por enquanto.
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Quando Adam Savage e Jamie Hyneman fizeram chumbo flutuar
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No que eles chamaram de um episódio completamente inútil, os Mythbusters, Adam Savage e Jamie Hyneman, construíram um balão de chumbo flutuante. De acordo com a lógica comum, um balão de chumbo não deve ser capaz de ir muito longe por causa da alta densidade e do peso do metal. Mas a dupla bigoduda não segue os pensamentos das massas, então, em 23 de janeiro de 2008, eles testaram esse mito.
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Com um pouco de folha de chumbo, que pode ser comprada na Amazon, eles criaram um cubo de 3 metros capaz de flutuar antes mesmo de colocar hélio na coisa. Com apenas uma mistura de hélio e oxigênio, o seu dirigível não só levantou voo, mas carregou uma cesta também. Claro, os fãs de Led Zeppelin já sabiam que o experimento funcionaria.
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Quando Bill Nye explicou por que devemos nos preocupar com a mudança climática
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Bill Nye, graduado da Universidade Cornell e ex-educador infantil, voltou sua atenção pras alterações climáticas recentemente. Na verdade, provavelmente ninguém tem sido mais vocal sobre o assunto, mas ele não quer fazer tudo sozinho. Num vídeo no YouTube de 2011, ele não só explica como a mudança climática funciona, mas também fornece uma experiência simples que ilustra a realidade da situação.
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Esta experiência pode ser feita em casa, com duas pequenas bolas, dois recipientes de vidro, duas lâmpadas e um tanque de CO2. Nye passa a explicar as ramificações do aquecimento global e seus efeitos desastrosos sobre o planeta e sobre nossas vidas. Mas não se preocupe, o discurso do engravatado não é só desgraça e melancolia. Ele também fornece informações e propõe algumas medidas simples que todos podemos tomar pra evitar que o planeta de se transforme no filme Mad Max ou – pior – Waterworld.
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Quando Brian Cox disse que a viagem no tempo é fácil
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O físico britânico Brian Cox surpreendeu a todos quando disse que a viagem no tempo é fácil durante um discurso na Royal Institution em 2013. Embora seja fácil apenas em uma direção. Durante a palestra que marcou o 50º aniversário do Doctor Who, ele disse que é possível construir uma máquina do tempo e avançar pro futuro. Você só precisa atingir a velocidade da luz.
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Como explicado Cox, “Se você for rápido, o relógio corre lento em relação a pessoas que ainda estão paradas. Quando você se aproxima da velocidade da luz, o relógio corre tão lento que você poderia voar dez mil anos no futuro.” Ir pro passado é um pouco mais complicado. Uma das hipóteses é o buraco de minhoca – algo que ainda estamos bem longe de testar.
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Quando Carl Sagan disse do que somos feitos
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Em uma de suas citações mais famosas, o narrador original de Cosmos, Carl Sagan, afirmou que todos nós somos feitos de estrelas. O cosmólogo e astrofísico disse: “O cosmo também está dentro de nós, nós somos feitos de material de estrelas”. Essencialmente, tudo no Universo se originou a partir do Big Bang, incluindo nós.
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Enquanto isso soa uma forma piegas de dizer que estamos todos ligados de alguma forma existencial e metafísica, isso é na verdade uma afirmação muito profunda. A propósito, se isso faz você se sentir insignificante… Não fique assim. Olhe deste modo: Nós, e tudo ao nosso redor, somos o resultado final de uma série fenomenal de eventos e reações que começou no centro das estrelas primordiais. É apenas lamentável que isso também inclua coisas como a guerra, a inveja e o Justin Bieber.
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Quando Michio Kaku explicou o déjà vu
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Nós todos pensamos que déjà vu são breves momentos de alguma memória perdida e geralmente não damos muita atenção ao fato depois que ele passa. Mas e se eu disser que um déjà vu pode ser um contato com uma outra faceta do Multiverso? Sim, os físicos – como Michio Kaku – suspeitam que déjà vu possa ser uma janela pra outro Universo.
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E, assim como na clássica história “Flash de Dois Mundos”, cada um dos Universos paralelos vibra em uma frequência diferente. Por alguma razão, os átomos que compõem os nossos corpos vibram e podem vibrar nas mesmas frequências desses outros Universos, provocando vislumbres dessas outras dimensões – e isso causa o déjà vu. Agora só temos que rezar pra que não exista um Antimonitor lá fora.
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Quando David Attenborough explicou a vida
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Estreando Life on Earth em 1979, Sir David Attenborough decidiu que queria explicar a vida neste planeta. Ele viajou o mundo, traçou a evolução de rãs, plantas, seres humanos, macacos e muitos outros seres vivos. Se isso soa como um esforço monumental, isso é porque realmente foi.
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O projeto Life acabou consistindo em nove séries diferentes e levou quase três décadas pra filmar, terminando com Life in Cold Blood em 2008. E não se surpreenda se Attenborough iniciar outra série qualquer dia desses. Como ele já disse: “Parece-me que o mundo natural é a maior fonte de excitação, a maior fonte de beleza visual, a maior fonte de interesse intelectual. É a maior fonte de tanta vida que faz vale a pena viver.”
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Quando James Burke previu o futuro
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Em 1973, o historiador e autor James Burke previu a onipresença dos computadores até 1993 e, apesar da sublicitação por cerca de uma década, ele acertou em cheio. Burke sabia que não só as escolas e as empresas se tornariam dependentes dos computadores, mas as pessoas comuns também. Ele também previu bases de dados de informações pessoais e como as pessoas iriam compartilhar até mesmo o mais íntimo de suas vidas pessoais com estranhos de bom grado. Os usuários do Facebook e Twitter são provas o suficiente disso.
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Seu prognóstico causou tanto barulho que a BBC elevou as apostas um pouco, pedindo-lhe que estimasse como a vida vai ser – ou, dependendo de quando você estiver lendo isso, é – em 2100. Sua previsão: a nanotecnologia 3D irá eliminar a pobreza e escassez. Se ele estiver certo, vai ser incrível. Se ele estiver errado, ele provavelmente vai estar morto até lá. E eu também. Talvez você. Talvez o mundo inteiro.
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Fonte: http://www.grunge.com/18172/awesome-moments-tv-scientists-blew-minds/
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