Israel é o único estado judeu no mundo. face a inúmeros muçulmanos, católicos, protestantes ou laicos. Ou seja, um país fundado com preceitos religiosos, como tantos outros. E que parte de um postulado explícito no história deste povo: a terra prometida, um dos frutos da aliança com Deus.
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Contrariamente às outras religiões que apareceram depois, os judeus não fizeram grandes campanhas de conquistas territoriais e evangelizações, como nos mundos católicos ou árabes. Como também não têm missionárias nem incitam à conversão Justamente em razão da história bíblica, a concretização da tal terra prometida deu uma aceleração após a segunda guerra mundial e a Shoah, o plano nazi de “solução final” da questão judia.
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A criação do estado de Israel foi uma das primeiras pautas da então recém-criada Organização dos Nações Unidos (Onu), mas o movimento tinha começado antes do conflito, com a compra de parcelas de terra na Palestina por parte da diaspora, a comunidade judaica espalhada pelo mundo.
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Quando o conselho das nações decidiu encabeçar a empreitada, às vezes encarrada como um tipo de “compensação”, um brasileiro, Osvaldo Aranha, chefe da delegação brasileira na Onu e primeiro presidente da Assembleia Geral (por isso, tradicionalmente, o mandatário do Brasil fala em primeiro nas reuniões anuais) teve um papel essencial.
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O post 14 de maio de 1948: criação do estado de Israel apareceu primeiro em Rádio Metrópoles.
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