{"id":1493079,"date":"2022-03-31T14:07:34","date_gmt":"2022-03-31T17:07:34","guid":{"rendered":"https:\/\/placar.abril.com.br\/?p=132073"},"modified":"2022-03-31T14:07:34","modified_gmt":"2022-03-31T17:07:34","slug":"edicao-de-abril-placar-lanca-o-guia-da-libertadores-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1493079","title":{"rendered":"Edi\u00e7\u00e3o de abril: PLACAR lan\u00e7a o guia da Libertadores 2022"},"content":{"rendered":"<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/guialibertadores2022.jpg\" \/><figcaption>Guia PLACAR da Libertadores de 2022<span class=\"copyright\">PLACAR\/Reprodu\u00e7\u00e3o<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>n<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/tudo-sobre\/copa-libertadores-2022\/\"><strong>Copa Libertadores de 2022<\/strong><\/a> est\u00e1 prestes a come\u00e7ar e o guia <strong>PLACAR<\/strong> da principal competi\u00e7\u00e3o do continente j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel em nossas plataformas digitais, em dispositivos <a href=\"https:\/\/apps.apple.com\/br\/app\/revista-placar\/id443610286\"><strong>iOS<\/strong><\/a> e tamb\u00e9m <a href=\"https:\/\/play.google.com\/store\/apps\/details?id=com.newspaperdirect.abril.placar\"><strong>Android<\/strong><\/a>, e em breve chegar\u00e1 \u00e0s bancas de todo o pa\u00eds. Uma tradi\u00e7\u00e3o ao longo dos mais de 50 anos de hist\u00f3ria da revista, a publica\u00e7\u00e3o traz uma an\u00e1lise de cada uma das 32 equipes que sonham com a gl\u00f3ria eterna, com seu hist\u00f3rico no torneio e a ficha t\u00e9cnica das equipes brasileiras, al\u00e9m dos destaques dos concorrentes estrangeiros.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/ofertas\/?origem=sr_pl_cta_redacao&amp;utm_source=sites&amp;utm_medium=sr&amp;utm_campaign=sr_pl_cta_redacao\"><strong>Assine #PLACAR digital no app por apenas R$ 6,90\/m\u00eas. N\u00e3o perca!<\/strong><\/a><\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>Dentre os represantes brasileiros, o atual bicampe\u00e3o Palmeiras ter\u00e1 a companhia de Flamengo, Atl\u00e9tico Mineiro, Corinthians, Athletico Paranaense e os estreantes Fortaleza, Am\u00e9rica Mineiro e Red Bull Bragantino. O pa\u00eds busca seu quarto t\u00edtulo consecutivo, enquanto os argentinos querem encerrar esta hegemonia recente.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<div id=\"relacionadas\" class=\"block  three_columns\">\n<ul class=\"block-menu\">\n<li data-tab=tab-1 class=\"active\">Relacionadas<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"tab-1\" class=\"block-content active\">\n<ul class=\"relacionadas-s-img\">\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/placar\">Placar<\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/placar\/placar-de-marco-destaca-a-imperdivel-repescagem-da-copa-do-mundo-de-2022\/\">PLACAR de mar\u00e7o destaca a imperd\u00edvel repescagem da Copa do Mundo de 2022<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">3 mar 2022 &#8211; 15h03<\/span><\/div>\n<\/li>\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/placar\">Placar<\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/placar\/placar-de-fevereiro-destaca-endrick-a-mais-jovem-capa-de-nossa-historia\/\">PLACAR de fevereiro destaca Endrick, a mais jovem capa de nossa hist\u00f3ria<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">2 fev 2022 &#8211; 14h02<\/span><\/div>\n<\/li>\n<li class=\"widget-news-item without-thumb with-border\">\n<div class=\"widget-news-info\"><a href=\"\/placar\">Placar<\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/placar\/flamengo-x-fluminense-fotos-historicas-do-fla-flu-dos-arquivos-de-placar\/\">Flamengo x Fluminense: fotos hist\u00f3ricas do Fla-Flu, nos arquivos de PLACAR<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date\">30 mar 2022 &#8211; 07h03<\/span><\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>n<\/p>\n<p>Mantendo um h\u00e1bito dos \u00faltimos anos, PLACAR apresenta os seus palpites para o torneio, levando em conta n\u00e3o apenas a primeira fase, mas toda a competi\u00e7\u00e3o. Confira, abaixo, a apresenta\u00e7\u00e3o da Libertadores 2022:<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p><strong>INIMIGOS \u00cdNTIMOS<\/strong><\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>Por que a Libertadores se transformou em um torneio amplamente dominado por brasileiros e argentinos \u2014 roteiro que dificilmente ser\u00e1 alterado agora em 2022<\/p>\n<p>n<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/GettyImages-1355905064.jpg\" \/><figcaption>Palmeiras tornou-se tricampe\u00e3o da Libertadores ao bater o Flamengo por 2 a 1 em Montevid\u00e9u<span class=\"copyright\">Ernesto Ryan\/Getty Images<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>n<\/p>\n<p>A Copa Libertadores da Am\u00e9rica chega em 2022 \u00e0 sua 63\u00aa edi\u00e7\u00e3o cada vez mais dominada por brasileiros e argentinos. No ranking geral do torneio, nossos vizinhos ainda est\u00e3o \u00e0 frente, com 25 trof\u00e9us e doze vice-campeonatos. Mas, gra\u00e7as ao desempenho dos \u00faltimos anos, j\u00e1 ultrapassamos o n\u00famero de participa\u00e7\u00f5es nas decis\u00f5es: em 38 ocasi\u00f5es os times do lado de c\u00e1 chegaram \u00e0 final, com direito a quatro disputas de t\u00edtulo \u201ccaseiras\u201d (at\u00e9 hoje, s\u00f3 uma vez, em 2018, River Plate e Boca Juniors brigaram pela ta\u00e7a \u2014 o confronto em Buenos Aires, ali\u00e1s, terminou em pancadaria e precisou ser transferido para Madri).<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>Uma an\u00e1lise dos finalistas da Libertadores desde seu in\u00edcio ajuda a entender como ela sempre foi dominada pelos times da Argentina, do Uruguai e do Brasil e, nos \u00faltimos tempos, se tornou uma verdadeira obsess\u00e3o para os clubes brasileiros. Ningu\u00e9m duvida de que a maior preocupa\u00e7\u00e3o das torcidas, temporada ap\u00f3s temporada, \u00e9 garantir a vaga no torneio continental. At\u00e9 porque ganh\u00e1-lo significa embolsar, ao longo do torneio, algo em torno de 25 milh\u00f5es de d\u00f3lares. Garante tamb\u00e9m passagem para uma esperan\u00e7a: a final do Mundial de Clubes, embora ainda pare\u00e7a improv\u00e1vel que um time sul-americano possa superar o campe\u00e3o da Liga dos Campe\u00f5es da Europa. N\u00e3o custa lembrar: a \u00faltima vez em que deu zebra foi com o Corinthians, em 2012, no magro 1 a 0 sobre o Chelsea, num tempo em que o desn\u00edvel t\u00e9cnico n\u00e3o era t\u00e3o abissal quanto se tornou desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<div class=\"ads post-ads\"><span class=\"title\">Continua ap\u00f3s a publicidade<\/span><\/p>\n<p>n<\/p>\n<div id=\"abrAD_rectangle2\" class=\"abrAD\" data-ad-sizes=\"300x250\"><\/div>\n<p>n<\/p><\/div>\n<p>n<\/p>\n<p>Vejamos, portanto, como foi trilhada a estrada que nos trouxe at\u00e9 aqui, no controle quase total de argentinos e brasileiros. Nas duas primeiras d\u00e9cadas (1960 a 1979), o que se viu foi um massacre do Cone Sul. Os hermanos venceram cinco das dez primeiras edi\u00e7\u00f5es (Independiente e Estudiantes duas vezes cada um e Racing uma) e sete das dez seguintes (quatro t\u00edtulos seguidos do Independiente, dois do Boca e mais um do Estudiantes). Al\u00e9m disso, perderam cinco finais. Para entender melhor o tamanho do predom\u00ednio, basta dizer que os times argentinos ficaram de fora das primeiras tr\u00eas disputas finais. E marcaram presen\u00e7a por dezessete anos consecutivos entre 1963 e 1979!<\/p>\n<p>n<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/WhatsApp-Image-2021-11-23-at-16.24.32.jpeg\" \/><figcaption>Benedetto, do Boca Juniors, e Montiel, do River Plate, na decis\u00e3o de 2018<span class=\"copyright\">Matthias Hangst\/Getty Images<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>n<\/p>\n<p>Dois times uruguaios alcan\u00e7aram dez finais naqueles vinte anos. Nada mau. O Pe\u00f1arol conquistou tr\u00eas ta\u00e7as e deixou escapar a vit\u00f3ria em outras tr\u00eas ocasi\u00f5es. J\u00e1 o Nacional perdeu tr\u00eas vezes at\u00e9 subir ao degrau mais alto do p\u00f3dio, em 1971. Perto dos vizinhos, o Brasil era caf\u00e9 com leite, fr\u00e1gil e t\u00edmido. Apenas quatro equipes chegaram l\u00e1, em sete ocasi\u00f5es. \u00c9 fato que o Santos (sim, aquele de Pel\u00e9 e cia.) foi bi da Libertadores e do Mundial em 1962 e 1963. E que o Cruzeiro levantou a ta\u00e7a em 1976. De resto, o Palmeiras perdeu para o Pe\u00f1arol em 1961 e para o Estudiantes em 1968. O S\u00e3o Paulo caiu para o Independiente em 1974. E o Cruzeiro n\u00e3o resistiu ao Boca em 1977.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>Vale destacar ainda que nos primeiros onze anos houve apenas um intruso entre os 22 finalistas: o Olimpia, vice logo na estreia, em 1960. O time paraguaio, ali\u00e1s, se tornou o primeiro n\u00e3o argentino, uruguaio ou brasileiro a conquistar a Libertadores, em 1979. Nesse meio-tempo, Universitario, do Peru, Colo-Colo e Uni\u00f3n Espa\u00f1ola, do Chile, e Deportivo Cali, da Col\u00f4mbia, se atreveram a chegar \u00e0 decis\u00e3o, mas todos ca\u00edram diante dos vizinhos. As d\u00e9cadas de 80 e 90 foram bem mais diversas. Os times brasileiros come\u00e7aram a se impor e alcan\u00e7aram a decis\u00e3o em onze ocasi\u00f5es. Inter (vice), Flamengo, Gr\u00eamio (campe\u00e3o duas vezes e vice uma) e Vasco inscreveram seus nomes nessa hist\u00f3ria \u2014 ao lado dos \u201cveteranos\u201d S\u00e3o Paulo (tamb\u00e9m dois t\u00edtulos e um segundo lugar), Cruzeiro e Palmeiras.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>Os argentinos garantiram mais cinco conquistas, com duas derrotas nas finais. Os uruguaios chegaram l\u00e1 cinco vezes (com quatro t\u00edtulos e um vice). Mas houve equipes da Col\u00f4mbia em sete disputas, do Chile em outras quatro, do Paraguai em tr\u00eas, do Equador em duas e do Peru em uma. Mais do que a diversifica\u00e7\u00e3o, pela primeira vez na hist\u00f3ria n\u00e3o houve nem argentinos, nem brasileiros nem uruguaios brigando pelo trof\u00e9u. Em tr\u00eas anos seguidos ficamos s\u00f3 vendo pela TV. Em 1989, o Atl\u00e9tico Nacional bateu o Olimpia. Em 1990, o time paraguaio superou o Barcelona de Guayaquil, primeiro equatoriano a ir t\u00e3o longe. E em 1991, foi a vez do Colo-Colo derrotar o Olimpia e levar a ta\u00e7a para o Chile, feito que nenhum outro time do pa\u00eds conseguiu repetir at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>E, ent\u00e3o, de 2000 para c\u00e1, Brasil e Argentina consolidaram o dom\u00ednio do futebol no continente: dez t\u00edtulos para \u201cn\u00f3s\u201d, oito para \u201celes\u201d. Ali\u00e1s, desde 1992 s\u00f3 uma vez voltou a ser registrada uma final sem times de nenhum dos dois pa\u00edses (em 2016, o Atl\u00e9tico Nacional, da Col\u00f4mbia, bateu o Independiente del Valle, do Equador). Os outros tr\u00eas t\u00edtulos conquistados por forasteiros foram o do Once Caldas, em 2004; o do Olimpia, em 2002; e o da LDU, em 2008. E os uruguaios? Praticamente desapareceram do mapa desde o in\u00edcio do novo s\u00e9culo: s\u00f3 o Pe\u00f1arol chegou a uma decis\u00e3o, em 2011, derrotado pelo Santos de Neymar e Ganso. Chilenos e peruanos nunca mais conseguiram ficar entre os dois melhores do torneio.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>A novidade desse per\u00edodo foi a participa\u00e7\u00e3o de times mexicanos. Convidados pela Confedera\u00e7\u00e3o Sul-Americana de Futebol (Conmebol), eles entraram na chamada pr\u00e9-Libertadores ainda em 1998. Disputaram a Copa ao longo de dezenove anos (at\u00e9 2016) e se classificaram para tr\u00eas finais. A for\u00e7a do futebol brasileiro fica ainda mais clara quando se observa que oito esquadr\u00f5es ganharam os dez trof\u00e9us desde 2000. Nesses \u00faltimos 22 anos, nossos times disputaram as finais em nove anos consecutivos (de 2005 a 2013), conquistaram a Libertadores quatro vezes seguidas (de 2010 a 2013, feito que pode se repetir agora em 2022), protagonizaram quatro decis\u00f5es \u201ccaseiras\u201d.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>Como se n\u00e3o bastasse, faturaram dez vices \u2014 quatro deles nesses celebrados confrontos diretos (S\u00e3o Paulo x Athletico em 2005, Inter x S\u00e3o Paulo em 2006, Palmeiras x Santos em 2020 e Palmeiras x Flamengo em 2021). Al\u00e9m do Furac\u00e3o, o S\u00e3o Caetano e o Fluminense estrearam em decis\u00f5es, mas ainda n\u00e3o t\u00eam essa ta\u00e7a na estante. J\u00e1 os argentinos tiveram quatro times (Boca, Estudiantes, San Lorenzo e River) com oito conquistas e os mesmos Boca e River (mais o Lan\u00fas) com cinco vice-campeonatos. A atual concentra\u00e7\u00e3o de for\u00e7as s\u00f3 tem paralelo no per\u00edodo de 1964 a 1967. Naquela \u00e9poca, foram quatro anos em que apenas argentinos e uruguaios disputaram o trof\u00e9u.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/placar.abril.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/emerson-sheik-20120704-12-original1.jpeg\" \/><figcaption>Corinthians e Boca v\u00e3o se reencontrar, dez anos ap\u00f3s a final que teve Emerson Sheik como protagonista<span class=\"copyright\">Ivan Pacheco\/VEJA<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>n<\/p>\n<p>Agora, j\u00e1 s\u00e3o cinco anos seguidos em que s\u00f3 brasileiros e argentinos brigam pela \u201cgl\u00f3ria eterna\u201d, como diz o slogan da competi\u00e7\u00e3o: de 2017 para c\u00e1, o Palmeiras ganhou duas vezes, o Flamengo ganhou uma e perdeu outra, o Gr\u00eamio ganhou uma e o Santos perdeu uma, enquanto o River ganhou uma e perdeu outra e o Boca e o Lan\u00fas ca\u00edram na decis\u00e3o. Assim como a Lei Bosman (que permitiu aos atletas europeus atuarem em qualquer clube do continente, possibilitando a contrata\u00e7\u00e3o de estrangeiros) abriu caminho para o amplo dom\u00ednio sobre o futebol sul-americano, a consolida\u00e7\u00e3o do modelo de 32 clubes na fase de grupos da Libertadores, com mais vagas para brasileiros e argentinos, evidenciou a supremacia desses dois pa\u00edses do lado de c\u00e1 do Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<p>No momento em que todos se preparam para ver a bola rolar para a edi\u00e7\u00e3o 2022 do torneio, \u00e9 quase imposs\u00edvel imaginar que algum time de outra nacionalidade consiga alcan\u00e7ar a grande final, marcada para 29 de outubro em Guayaquil, no Equador. Fa\u00e7am suas apostas.<\/p>\n<p>n<\/p>\n<div class=\"ads post-ads\"><span class=\"title\">Continua ap\u00f3s a publicidade<\/span><\/p>\n<p>n<\/p>\n<div id=\"abrAD_rectangle3\" class=\"abrAD\" data-ad-sizes=\"300x250\"><\/div>\n<p>n<\/p><\/div>\n<p>n<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guia PLACAR da Libertadores de 2022PLACAR\/Reprodu\u00e7\u00e3o n A Copa Libertadores de 2022 est\u00e1 prestes a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1493079","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1493079","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1493079"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1493079\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1493079"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1493079"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1493079"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}