{"id":1374789,"date":"2022-04-19T20:00:00","date_gmt":"2022-04-19T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1374789"},"modified":"2026-03-18T14:34:50","modified_gmt":"2026-03-18T17:34:50","slug":"the-odyssey-por-dentro-do-filme-com-musicas-de-florence-the-machine","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1374789","title":{"rendered":"The Odyssey: Por dentro do filme com m\u00fasicas de Florence + The Machine"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center; margin: 20px 0;\"><script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4475525115208877\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display: block; text-align: center;\" data-ad-layout=\"in-article\" data-ad-format=\"fluid\" data-ad-client=\"ca-pub-4475525115208877\" data-ad-slot=\"7970302005\"><\/ins><br \/>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n<p><strong>Florence Welch \u00e9 uma feiticeira das palavras<\/strong>. Ela mergulha em suas experi\u00eancias, prova\u00e7\u00f5es e sofrimentos e os transforma em arte atrav\u00e9s dos versos de suas can\u00e7\u00f5es. O livro <strong><em>Useless Magic: Lyrics and Poetry<\/em><\/strong>, que re\u00fane letras dos quatro primeiros \u00e1lbuns da banda Florence + The Machine, reflete muito bem isso.<\/p>\n<p>No terceiro \u00e1lbum da banda, <strong><em>How Big, How Blue, How Beautiful <\/em><\/strong>(2015) a artista decidiu ir al\u00e9m e explorou suas viv\u00eancias de maneira audiovisual. Os videoclipes de can\u00e7\u00f5es selecionadas do \u00e1lbum se tornaram cap\u00edtulos de <strong><em>The Odyssey<\/em><\/strong>, um curta-metragem de 47 minutos que conta a jornada de algumas das m\u00fasicas mais \u00edntimas de Florence.<\/p>\n<p>O filme foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 parceria de Welch com o diretor <strong>Vincent Haycock<\/strong>, com quem ela havia trabalhado no videoclipe de <strong>\u201cSweet Nothing\u201d<\/strong>, m\u00fasica gravada com o DJ Calvin Harris. Com grava\u00e7\u00f5es nos <strong>Estados Unidos, M\u00e9xico, Esc\u00f3cia e Inglaterra<\/strong>, a produ\u00e7\u00e3o entrega uma hist\u00f3ria nascida do caos que conduz Florence a uma jornada de reden\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da m\u00fasica.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 revista <strong>Dazed<\/strong>, Florence explicou que ambos sempre souberam como seria o final da hist\u00f3ria, e a partir dali costuraram todo o resto. \u201cDesde o in\u00edcio definimos que <strong>come\u00e7aria com essa ideia de um mundo quieto e ca\u00f3tico, e que terminaria no palco<\/strong>. Sempre foi uma queda em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 loucura. Voc\u00ea vai cada vez mais longe e cada vez mais fundo, e no final consegue sair.\u201d<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-26173\" src=\"https:\/\/darkside.blog.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/HowBigHowBlueHowBeautiful28-1024x834.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"834\" \/><figcaption>Cr\u00e9ditos: Tom Beard \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>O \u00e1lbum <em>How Big, How Blue, How Beautiful<\/em> registra o t\u00e9rmino de um relacionamento, com direito \u00e0 decep\u00e7\u00e3o amorosa e ao purgat\u00f3rio emocional que se segue. Segundo a cantora, as can\u00e7\u00f5es e os clipes representam <strong>\u201cum ano que foi um verdadeiro acidente de carro\u201d<\/strong>. E \u00e9 justamente assim, com um acidente de carro, que a nossa hist\u00f3ria come\u00e7a:<\/p>\n<h2>Cap\u00edtulo 1: \u201cWhat Kind of Man\u201d<\/h2>\n<p>A princ\u00edpio tudo parece bem, com <strong>Florence conversando com seu parceiro em um passeio de carro aparentemente inofensivo<\/strong>, a n\u00e3o ser que voc\u00ea preste aten\u00e7\u00e3o na conversa: ele diz que na noite passada a ouviu falando enquanto dormia e que ela parecia triste, ao que Florence questiona \u201cpor que voc\u00ea n\u00e3o me acordou?\u201d. Esse di\u00e1logo aparentemente inocente j\u00e1 explica bastante sobre o tipo de rela\u00e7\u00e3o em que ela estava, j\u00e1 que <strong>o parceiro viu que ela estava sofrendo no sonho e n\u00e3o fez nada a respeito<\/strong>.<\/p>\n<p>Logo, um acidente de carro introduz o caos \u00e0quela vida supostamente pacata. A tempestade aparece de maneira literal, mas tamb\u00e9m tem um significado importante para o <strong>teor arrasador daquela rela\u00e7\u00e3o em que ela se encontrava<\/strong>. \u201cEra quase como se o acidente de carro me transportasse para esta outra dimens\u00e3o, onde eu tive que enfrentar todas essas coisas que estavam ocorrendo\u201d, explica Florence.<\/p>\n<p>A dan\u00e7a \u00e9 parte fundamental da performance de <em>The Odyssey<\/em> e em \u201cWhat Kind of Man\u201d ela \u00e9 jogada por todos os lados por diversos homens, representando a <strong>natureza ca\u00f3tica de suas rela\u00e7\u00f5es<\/strong> ao mesmo tempo em que ela tenta manter o controle.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 2: \u201cHow Big, How Blue, How Beautiful\u201d<\/h2>\n<p>Ap\u00f3s escapar do acidente no final de \u201cWhat Kind of Man\u201d desorientada e em uma estrada movimentada, ela \u00e9 for\u00e7ada a ir ao <strong>purgat\u00f3rio emocional<\/strong>. Em um local vazio, Florence dan\u00e7a consigo mesma em <strong>um confronto entre sua personalidade mais ca\u00f3tica e seu lado mais calmo<\/strong>. Conforme a pr\u00f3pria letra diz, ela decidiu se machucar.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 3: \u201cSt Jude\u201d<\/h2>\n<p>Este clipe <strong>mergulha profundamente na mente de Florence<\/strong>, por isso a ambienta\u00e7\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o diferente, como se viesse dos anos 1950. A tempestade finalmente encontrou a cantora, que est\u00e1 vulner\u00e1vel ao ponto de <strong>ter que ser carregada pelo seu parceiro<\/strong> \u2013 ao mesmo tempo em que o acidente criou uma Florence dividida, a que consegue se erguer e a que se torna completamente dependente.<\/p>\n<p><strong>A m\u00fasica \u201cSt Jude\u201d soa como uma ora\u00e7\u00e3o<\/strong>, um pedido que a artista espera que seja atendido. Quase como um c\u00e2ntico, ela preenche a mente de Florence de esperan\u00e7a de dias melhores, de que as coisas simplesmente se resolvam de uma hora para a outra. Ao final do clipe, a cantora levanta os bra\u00e7os e cai de joelhos, <strong>abrindo m\u00e3o do seu poder de controlar tudo e deixando que a natureza dite seu curso<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 4: \u201cShip to Wreck\u201d<\/h2>\n<p>De volta \u00e0 realidade, Florence foi de Los Angeles para sua casa em Londres, exatamente como a cantora fez em seu ano sab\u00e1tico. Em um dos cap\u00edtulos mais importantes de <em>The Odyssey<\/em>, ela <strong>entra em um novo confronto consigo pr\u00f3pria<\/strong>, no qual metade dela quer a calmaria, enquanto a outra quer a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 com esta can\u00e7\u00e3o que <strong>Florence exp\u00f5e seus maus h\u00e1bitos<\/strong>, permitindo que o espectador se identifique com aquela situa\u00e7\u00e3o. Mesmo com uma batalha que atravessa os andares e os c\u00f4modos da casa, Florence acaba retornando ao mesmo local, o ch\u00e3o de seu quarto, simbolizando a <strong>sua repetitiva natureza autodestrutiva<\/strong>, que mais uma vez ela n\u00e3o conseguiu frear.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 5: \u201cQueen of Peace\u201d<\/h2>\n<p>Voltando \u00e0 mente de Florence, este segmento se passa na Esc\u00f3cia, de onde veio a fam\u00edlia da artista.<strong> \u201cQueen of Peace\u201d aponta as similaridades do passado e do presente<\/strong>, com uma Florence que sempre quis estabelecer a paz, mas tudo em seu entorno a impedia disso.<\/p>\n<p>O clipe mostra paralelos entre passado e presente de um romance entre pessoas que cresceram juntas, mas que tamb\u00e9m acompanharam a <strong>crescente rivalidade entre as fam\u00edlias<\/strong>. Novamente, a coreografia \u00e9 empregada para mostrar a natureza de um casal que se atrai e se repele constantemente.<\/p>\n<p>Primeiro por causa da fam\u00edlia e depois pela pr\u00f3pria din\u00e2mica da rela\u00e7\u00e3o, os dois precisam se despedir. Este \u00e9 o cl\u00edmax de <em>The Odyssey<\/em>, mostrando <strong>a primeira decep\u00e7\u00e3o amorosa<\/strong>, aquela que deu origem a todas as outras.<\/p>\n<h2>Cap\u00edtulo 6: \u201cLong and Lost\u201d<\/h2>\n<p>Servindo como uma continua\u00e7\u00e3o direta de \u201cQueen of Peace\u201d, \u201cLong and Lost\u201d come\u00e7a a encaminhar o filme para o seu desfecho. Neste segmento fica evidente que <strong>os amigos e a fam\u00edlia de Florence na verdade estavam tentando proteg\u00ea-la <\/strong>deste homem que a estava destruindo e ela n\u00e3o percebia. Por fim, eles a embarcam para longe daquela rela\u00e7\u00e3o t\u00f3xica, o que a deixa completamente arrasada.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 7: \u201cMother\u201d<\/h2>\n<p>Um clipe t\u00e3o simples e com tanto a dizer. Em \u201cMother\u201d Florence se v\u00ea de volta a Los Angeles em <strong>uma ponte que a aprisiona fisicamente<\/strong> com sua tela de prote\u00e7\u00e3o. Ela at\u00e9 pode alcan\u00e7ar a liberdade (o buraco na cerca), mas n\u00e3o consegue chegar l\u00e1.<\/p>\n<p>O clipe marca <strong>uma transi\u00e7\u00e3o que ela ainda n\u00e3o est\u00e1 pronta para completar<\/strong>. Em cortes para uma cena em um hotel onde um homem pergunta a ela quando ela pretende sair, ela diz que pretende ficar, mas ele responde que aquilo ali \u00e9 apenas um lugar e que ningu\u00e9m pode morar ali. Ou seja, <strong>Florence n\u00e3o pode permanecer no purgat\u00f3rio a vida inteira<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 8: \u201cDelilah\u201d<\/h2>\n<p>Continuando exatamente de onde \u201cMother\u201d parou, Florence est\u00e1 largada no sof\u00e1 da recep\u00e7\u00e3o do hotel enquanto ouve um discurso poderoso de um homem: <strong>\u201cVoc\u00ea acha que perdeu a sua f\u00e9, mas n\u00e3o perdeu. Voc\u00ea s\u00f3 a tirou do lugar\u201d<\/strong>. Ele continua a li\u00e7\u00e3o para concluir que pessoas n\u00e3o s\u00e3o perfeitas: \u201cVoc\u00ea precisa entender que pessoas s\u00e3o criaturas falhas. Elas cometem erros, <strong>elas precisam ser desculpadas desses erros e autorizadas a continuar sua jornada por uma vida melhor e pelo bem<\/strong>\u201d. Se <em>The Odyssey<\/em> pudesse ser resumida a uma fala, seria a essa daqui.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 claro que a pr\u00e1tica \u00e9 muito mais dif\u00edcil, e o que se v\u00ea a seguir \u00e9 <strong>uma Florence em novo conflito<\/strong>, querendo melhorar, mas encontrando diversos obst\u00e1culos no caminho \u2013 e pessoas dispostas a ajud\u00e1-la. No fim das contas, elas a ajudam a escapar e no final do clipe <strong>a artista alcan\u00e7a a liberdade surfando no teto de um carro<\/strong>. Esta \u00e9 uma simbologia muito forte, j\u00e1 que tudo come\u00e7ou com um acidente de carro: Florence n\u00e3o apenas aprendeu sua li\u00e7\u00e3o com a batida, <strong>ela est\u00e1 literalmente acima disso<\/strong> (do carro, no caso).<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<h2>Cap\u00edtulo 9: \u201cThird Eye\u201d<\/h2>\n<p>No cap\u00edtulo final, <strong>Florence finalmente conseguiu incinerar a tempestade na qual ela se encontrava presa<\/strong>. Ela completa o c\u00edrculo quebrando o padr\u00e3o de \u201cWhat Kind of Man\u201d e \u201cSt Jude\u201d na qual era jogada ou carregada por homens. Agora ela se encontra de p\u00e9, \u00e9 ela quem os lidera. <strong>Atrav\u00e9s da dan\u00e7a, a cantora supera seus tormentos<\/strong>, o que tamb\u00e9m \u00e9 uma refer\u00eancia ao que aconteceu de verdade \u2013 a cantora disse que durante seu ano na Inglaterra a dan\u00e7a foi seu ref\u00fagio.<\/p>\n<p>Conforme a m\u00fasica diminui, o guitarrista da banda, <strong>Rob Ackroyd<\/strong> aparece, mostrando que Florence encerrou o ciclo: <strong>sua banda a apoia de volta ao palco<\/strong>, onde ela finalmente aparece. Este \u00e9 o n\u00edvel mais elevado de liberdade que ela alcan\u00e7a, <strong>cantando as m\u00fasicas que descrevem o ca\u00f3tico ano e o purgat\u00f3rio emocional pelos quais ela passou<\/strong>. Ela est\u00e1 de volta ao seu lugar e a si pr\u00f3pria, lembrando a todos que <strong>continua a mesma mas est\u00e1 tentando mudar<\/strong>, em um ato de autocompaix\u00e3o.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div>\n<\/figure>\n<p>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que <em>The Odyssey<\/em> recebeu este nome, evocando a famosa <strong>Odisseia de Homero<\/strong>, hist\u00f3ria que narra o tumultuado retorno de Ulisses ao lar. As letras traduzidas do \u00e1lbum est\u00e3o em <em>Useless Magic<\/em>, al\u00e9m de anota\u00e7\u00f5es e rabiscos escritos por Florence, para que <strong>os leitores possam mergulhar na experi\u00eancia com a cantora<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>fonte: <a href=\"https:\/\/darkside.blog.br\/\" rel=\"nofollow\">DarkBlog | DarkSide Books<\/a>.<\/p>\n<div style=\"text-align: center; margin: 20px 0;\"><script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4475525115208877\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display: block; text-align: center;\" data-ad-layout=\"in-article\" data-ad-format=\"fluid\" data-ad-client=\"ca-pub-4475525115208877\" data-ad-slot=\"7970302005\"><\/ins><br \/>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Florence Welch \u00e9 uma feiticeira das palavras. 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