{"id":1374776,"date":"2020-12-14T18:28:57","date_gmt":"2020-12-14T18:28:57","guid":{"rendered":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1374776"},"modified":"2026-04-14T15:17:28","modified_gmt":"2026-04-14T18:17:28","slug":"a-revista-ufo-vai-a-inglaterra-investigar-os-agroglifos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1374776","title":{"rendered":"A Revista UFO vai \u00e0 Inglaterra investigar os agroglifos."},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center; margin: 20px 0;\"><script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4475525115208877\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display: block; text-align: center;\" data-ad-layout=\"in-article\" data-ad-format=\"fluid\" data-ad-client=\"ca-pub-4475525115208877\" data-ad-slot=\"7970302005\"><\/ins><br \/>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\"><em>As impressionantes descobertas feitas nos agroglifos brasileiros de 2016 e a possibilidade de a temporada deste ano produzir ainda mais surpresas \u2014 e novos achados \u2014 leva um grupo da Revista UFO \u00e0 Inglaterra em busca de respostas para o fen\u00f4meno que desafia a ci\u00eancia desde a d\u00e9cada de 70.<\/em><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">A partir do final da d\u00e9cada de 70, passaram a surgir nos campos de cereais da Inglaterra figuras que, \u00e0 primeira vista, pareciam \u201cimpressas\u201d nas planta\u00e7\u00f5es. Os vegetais eram amassados delicadamente para formar figuras que come\u00e7aram como simples c\u00edrculos e an\u00e9is e foram se tornando a cada ano mais complexas, tanto do ponto de vista da dificuldade de sua realiza\u00e7\u00e3o quanto de seu conte\u00fado, que sugeria aos pesquisadores serem algum tipo de \u201cmensagem\u201d, j\u00e1 que apresentavam f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas, equa\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, elementos biol\u00f3gicos e sistemas estelares, tudo com inscri\u00e7\u00f5es desconhecidas, refer\u00eancias \u00e0 geometria sagrada e grande quantidade de s\u00edmbolos, religiosos ou profanos, da humanidade.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Mas toda essa riqueza de manifesta\u00e7\u00f5es s\u00f3 se revela em plenitude, por\u00e9m, se observada a certa altura, como as Linhas de Nazca, no Peru. O fato de n\u00e3o serem encontrados vest\u00edgios da passagem de pessoas que pudessem ter feito as figuras levou os estudiosos \u00e0 hip\u00f3tese, meio evidente, de seu autor ser alguma forma de intelig\u00eancia n\u00e3o humana \u2014 extraterrestre para alguns. Acrescido a isso, pequenos orbs luminosos foram observados e filmados algumas vezes sobrevoando as planta\u00e7\u00f5es nas noites que precederam o surgimento de novas figuras. Foi assim se definindo o que entendemos hoje por \u201cagroglifos aut\u00eanticos\u201d, ou seja, aqueles que apareceram em instantes, de dia ou de noite, sem que vest\u00edgios de qualquer atividade humana possam ser detectados nas an\u00e1lises periciais, refor\u00e7ando uma origem extraordin\u00e1ria para o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">M\u00faltiplos significados<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Todos os que se deixam tocar pela beleza e pelos m\u00faltiplos significados que os agroglifos sugerem n\u00e3o duvidam de que sejam obras inteligentes, e n\u00e3o fruto do acaso, como a a\u00e7\u00e3o de ventos e redemoinhos, muitas vezes evocados para explicar o aparecimento das forma\u00e7\u00f5es. Sendo um fen\u00f4meno evidentemente instigante e portador de tudo o que \u00e9 culturalmente importante para n\u00f3s, humanos, passamos a considerar os agroglifos como sinais enviados ao nosso mundo por uma forma de intelig\u00eancia alheia \u00e0 Terra, tentando estabelecer um contato em massa in\u00e9dito a partir da universaliza\u00e7\u00e3o da internet no planeta \u2014 por meio da rede mundial, todos podem ver filmes e fotos desse extraordin\u00e1rio fen\u00f4meno.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Jeremy Northcote, da Edith Cowan University, na Austr\u00e1lia, fez uma interessante pesquisa sobre a reparti\u00e7\u00e3o espacial e geogr\u00e1fica dos agroglifos que apareceram em 2002, na Inglaterra. As informa\u00e7\u00f5es que extraiu foram esclarecedoras no que concerne a uma \u201cvontade de contato\u201d da tal suposta intelig\u00eancia n\u00e3o terrestre com os observadores do fen\u00f4meno. Para ele, os agroglifos tendem a surgir em lugares de m\u00e9dia densidade demogr\u00e1fica, como a beira das estradas, e geralmente em lugares de f\u00e1cil acesso. \u201cO fen\u00f4meno se insere na paisagem e se deixa observar por muitos dias\u201d, disse Northcote.<\/p>\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-center\">\n<figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1333\" src=\"https:\/\/lallabarretto.com\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/1-6.jpg\" alt=\"\" width=\"601\" height=\"801\" \/><\/figure>\n<div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>O guia da Equipe UFO, Gary King, j\u00e1 esteve em mais de 1.000 agroglifos em duas d\u00e9cadas de pesquisas cont\u00ednuas<\/em>. <em>(cr\u00e9dito: ARQUIVO UFO)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Uma primeira forma de contato com as intelig\u00eancias por tr\u00e1s do fen\u00f4meno, relatado por muitos pesquisadores, pode ser justamente a intera\u00e7\u00e3o que os agroglifos estabelecem com quem se interessa por eles. Por exemplo, a migra\u00e7\u00e3o das figuras para fora da Inglaterra parece ser resultado da intera\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno com a pol\u00eamica sobre sua autenticidade. Por outro lado, h\u00e1 sempre um intenso ceticismo quanto ao tema, que vem desde 1991, quando dois senhorzinhos, Doug Bower e Dave Chorley, colocaram em cheque as especula\u00e7\u00f5es sobre a fatura n\u00e3o humana dos agroglifos, alegando terem sido eles que come\u00e7aram a onda moderna do fen\u00f4meno, em 1978, e que seriam respons\u00e1veis pela confec\u00e7\u00e3o de mais de 200 figuras.<\/p>\n<p>Mas, como que respondendo a essas afirma\u00e7\u00f5es, os agroglifos come\u00e7aram a se espalhar por todo o planeta, especialmente no Hemisf\u00e9rio Norte, evidenciando que Bower e Chorley n\u00e3o poderiam estar em tantos lugares distantes entre si, o que alimentou a discuss\u00e3o sobre as reais motiva\u00e7\u00f5es que estes indiv\u00edduos poderiam ter para fazer essas figuras na Inglaterra, e outros em demais \u00e1reas do planeta onde os agroglifos passaram a se manifestar.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Levando o fen\u00f4meno para casa<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Al\u00e9m disso, alguns pesquisadores estrangeiros que visitaram os agroglifos ingleses parecem ter levado o fen\u00f4meno para casa. Na opini\u00e3o do ex-advogado e especialista no tema Gary King, quando algu\u00e9m de outro pa\u00eds vai \u00e0 Inglaterra conhecer o fen\u00f4meno, dependendo de sua intera\u00e7\u00e3o com ele, os agroglifos passam a ocorrer ao redor de onde mora a pessoa em sua na\u00e7\u00e3o. Podemos especular que foi o que aconteceu com o editor da Revista UFO A. J. Gevaerd, que visitou os agroglifos ingleses em v\u00e1rias ocasi\u00f5es, sendo a \u00faltima em 2007, e os fen\u00f4menos brasileiros come\u00e7aram a surgir em 2008, repetindo-se aqui todos os anos desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Imediatamente as forma\u00e7\u00f5es tornaram-se objeto privilegiado de pesquisa desse que \u00e9 um dos maiores uf\u00f3logos do Brasil, que passou a examinar os agroglifos sistematicamente e in loco, procurando dados que possam levar ao esclarecimento de como s\u00e3o feitas as figuras \u2014 e com que objetivo. Diferentes abordagens e medi\u00e7\u00f5es nelas realizadas informam a presen\u00e7a de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica dentro das forma\u00e7\u00f5es, demonstrando cientificamente que os agroglifos s\u00e3o, de fato, obra de uma intelig\u00eancia cuja tecnologia incide nas planta\u00e7\u00f5es, deixando vest\u00edgios detect\u00e1veis no plano f\u00edsico e com os equipamentos apropriados.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Em 2008, o perito policial paranaense Toni Inajar Kurowski, hoje coeditor da Revista UFO, come\u00e7ou a discutir cientificamente com Gevaerd os rumos a serem dados \u00e0 pesquisa \u2014 Kurowski examinou pessoalmente dois agroglifos em Ipua\u00e7u, em 2013, e novamente em Prudent\u00f3polis, em 2016. Perguntei a ele o que estaria procurando nas figuras. \u201cExatamente o que, ainda n\u00e3o sabemos. Estamos \u2018tateando\u2019 no escuro e aplicando algumas hip\u00f3teses investigativas. Refletimos sobre o significado representado por cada desenho, fazendo c\u00e1lculos e correla\u00e7\u00f5es. Uma das hip\u00f3teses trata da possibilidade de haver alguma mensagem inserida em algum dos sinais j\u00e1 encontrados, na forma de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica ou somente o magnetismo\u201d, respondeu. Ele tamb\u00e9m afirma que a dupla est\u00e1 procurando por mais algum sinal que ainda possa n\u00e3o ter sido percebido. \u201cPara isso, estamos discutindo e adquirindo novos equipamentos\u201d, completa.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Compet\u00eancia cient\u00edfica<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Como se v\u00ea, o fen\u00f4meno est\u00e1, de certa forma, induzindo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o de uma tecnologia pr\u00f3pria para a sua investiga\u00e7\u00e3o. Desde 2008, o in\u00edcio do fen\u00f4meno dos agroglifos no Brasil, vem sendo criada uma compet\u00eancia cient\u00edfica para se determinar, primeiro, a autenticidade das figuras e, em seguida, seu significado. Mas foi somente em 2016, com o agroglifo de Prudent\u00f3polis, de 27 de setembro, que a pesquisa tomou uma orienta\u00e7\u00e3o inesperada, trazendo algumas importantes informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sobre o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Uma pequena equipe foi se constituindo na Revista UFO para tratar do tema com a seriedade que ele exige, contando com o engenheiro agr\u00f4nomo Douglas Albrecht, o doutor Fernando Ara\u00fajo Moreira, do Departamento de F\u00edsica da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar) e renomado cientista brasileiro, a microbiologista Nadja F. G. Serrano, tamb\u00e9m reconhecida internacionalmente e pesquisadora na mesma universidade, e o especialista em f\u00edsica Alcides Cores, funcion\u00e1rio da Infraero no Aeroporto de Curitiba. Al\u00e9m de Gevaerd e Kurowski.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Foi assim se definindo o que entendemos hoje por \u2018agroglifos aut\u00eanticos\u2019, ou seja, aqueles que apareceram em instantes, de dia ou de noite, sem que vest\u00edgios de qualquer atividade humana possam ser detectados nas an\u00e1lises periciais, refor\u00e7ando para o fen\u00f4meno uma origem extraordin\u00e1ria<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Na ocasi\u00e3o, amostras de solo e de plantas foram colhidas no agroglifo de Prudent\u00f3polis e enviadas \u00e0 equipe da UFSCar, e os resultados foram surpreendentes. Albrecht fez coleta e an\u00e1lise paralelas do solo e de plantas da colheita onde estava a figura, igualmente chegando a resultados surpreendentes \u2014 suas amostras revelaram a presen\u00e7a de vermes e plantas carbonizadas. J\u00e1 as submetidas a exame microbiol\u00f3gico pelos doutores Moreira e Nadja revelaram que o interior da figura estava esterilizado, ao contr\u00e1rio do ambiente fora dela. \u201cOs n\u00f3s dobrados no \u2018acamamento\u2019 das plantas tamb\u00e9m estavam marcados por algum tipo de radia\u00e7\u00e3o. A\u00ed se evidencia de novo a interven\u00e7\u00e3o de uma tecnologia invis\u00edvel que domina as leis f\u00edsicas, e que nos convida a estudar isso\u201d, declarou Moreira, que \u00e9 fundador do curso de Engenharia F\u00edsica no pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">O citado especialista Gary King, de passagem pelo Brasil para palestrar no XIX Congresso Brasileiro de Ufologia, evento da Revista UFO realizado em Porto Alegre, em maio deste ano, teve a oportunidade de ser informado e se entusiasmou com os resultados da equipe brasileira, obtidos nos exames de laborat\u00f3rio [Veja se\u00e7\u00e3o Di\u00e1logo Aberto desta edi\u00e7\u00e3o]. Assim, ficou acertado com ele que Gevaerd coordenaria a ida de um grupo da UFO \u00e0 Inglaterra em agosto para iniciar um estudo comparativo dos agroglifos ingleses e brasileiros. Responderam ao convite Kurowski, o empres\u00e1rio paranaense S\u00e9rgio Domingues, o fot\u00f3grafo Francisco Dreux e esta autora.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Ponto proeminente<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Hotel Hilton, no terminal 4 do Aeroporto de Heathrow, em Londres, foi nosso ponto de encontro em 05 de agosto. No dia seguinte \u00e0 nossa chegada, o grupo rumou para Wiltshire, a regi\u00e3o de maior incid\u00eancia de agroglifos em toda a Inglaterra, que tem na cidade de Swindon um ponto proeminente da manifesta\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno, por isso escolhida para ser nossa base \u2014 foram cerca de 130 km de estrada em duas horas de viagem e j\u00e1 est\u00e1vamos na \u00e1rea dos agroglifos. Campos e mais campos de cereais se sucediam atrav\u00e9s da janela da van, como folhas de papel em branco prestes a receberem a \u201cimpress\u00e3o\u201d de mais uma figura, como vem acontecendo desde a d\u00e9cada de 70 naquele pa\u00eds que parecia destinado a este suposto contato com outras formas de intelig\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Foi ali que surgiram os primeiros sinais em planta\u00e7\u00f5es, que se multiplicaram ano ap\u00f3s ano com a descoberta de figuras cada vez mais complexas. King cr\u00ea que elas apareceram na Inglaterra, e precisamente na regi\u00e3o de Wiltshire, por ser ela a primeira a desenvolver a agricultura intensiva de cereais no mundo, algo que ele situa em um tempo hist\u00f3rico muito recuado, remontando \u00e0 Cultura Celta. Antes, n\u00e3o havia planta\u00e7\u00f5es, n\u00e3o havia agricultura. Vale lembrar a simbiose dos agroglifos com os s\u00edtios arqueol\u00f3gicos pr\u00e9-hist\u00f3ricos \u2014 eles aparecem frequentemente nos campos que ladeiam esses monumentos ancestrais, muito numerosos em todo o Reino Unido.<\/p>\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\">\n<figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1334\" src=\"https:\/\/lallabarretto.com\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/2-4.jpg\" alt=\"\" width=\"629\" height=\"473\" \/><\/figure>\n<div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>A figura de Rollright Stones, descoberta em 05 de agosto, recebe visitantes que caminham e fazem medita\u00e7\u00e3o em seu interior. (cr\u00e9dito: ARQUIVO UFO)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Chegamos a Swindon no entardecer daquele dia e logo tivemos a not\u00edcia, que surpreendeu a todos, de que dois agroglifos haviam sido encontrados logo quando do nosso desembarque no pa\u00eds. Era uma forma\u00e7\u00e3o descoberta no dia 04 e outra no dia 05 de agosto, e isso depois de quase um m\u00eas sem nenhuma ocorr\u00eancia na regi\u00e3o. \u201cFoi para saudar a chegada de voc\u00eas aqui\u201d, disse King. E desde ent\u00e3o o grupo constatou que o fen\u00f4meno realmente interage com quem se interessa por ele.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Logo na manh\u00e3 do dia 06 fomos inspecionar o agroglifo de Highworth, uma linda figura em formato de Flor da Vida, detalhadamente registrado a partir do solo e do ar com os equipamentos que a equipe da UFO levou \u00e0 Inglaterra, como um drone DJI Phantom 4 PRO. Pagamos duas liras por pessoa \u2014 cerca de cinco reais \u2014 para entrarmos na figura, experimentando na porteira da propriedade a tens\u00e3o que existe entre os fazendeiros e os aficionados pelos agroglifos. Os fazendeiros rurais se sentem lesados financeiramente pela perda de parte da sua colheita por causa das figuras, o que n\u00e3o \u00e9 totalmente verdade, na medida em que as plantas continuam a ser colhidas mesmo ap\u00f3s os agroglifos, e \u00e0s vezes cobram a entrada de curiosos e pesquisadores.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Nenhuma sensa\u00e7\u00e3o diferente<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Gevaerd e Kurowski, que t\u00eam bastante experi\u00eancia em agroglifos, foram na frente, enquanto que os tr\u00eas outros pesquisadores da equipe, que nunca tinham entrado em uma figura, foram em seguida \u2014 nenhum de n\u00f3s teve qualquer sensa\u00e7\u00e3o diferente que nos chamasse a aten\u00e7\u00e3o. Vimos, com certa indiferen\u00e7a, pessoas ligadas ao lado metaf\u00edsico do fen\u00f4meno deitadas sobre a figura, fazendo yoga, medita\u00e7\u00e3o ou qualquer outro tipo de ritual no seu interior, o que \u00e9 comum na Inglaterra.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">O mais impressionante mesmo foi ver in loco os detalhes t\u00e9cnicos que tornam os agroglifos aut\u00eanticos inconfund\u00edveis. Caminhando pelas figuras muitas vezes \u00e9 imposs\u00edvel definir seu formato, o que se consegue a partir do alto. Desta forma, com as imagens que retornavam do drone da UFO, vimos no interior do agroglifo de Highworth um trabalho perfeitamente cuidadoso, n\u00e3o apenas no respeito \u00e0 vida das plantas, que continuam a crescer, como pela beleza harmoniosa dos vegetais \u201cacamados\u201d, como diz Kurowski.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Diferentes abordagens e medi\u00e7\u00f5es nos agroglifos informam a presen\u00e7a de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica dentro das forma\u00e7\u00f5es, demonstrando que eles s\u00e3o obra de uma intelig\u00eancia cuja tecnologia incide nas planta\u00e7\u00f5es, deixando vest\u00edgios detect\u00e1veis no plano f\u00edsico e com os equipamentos apropriados<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Muito interessante tamb\u00e9m foi constatar o detalhe que torna a fatura humana bem mais dif\u00edcil e complicada de ser admitida: faixas largas de trigo dobrado para a direita s\u00e3o acompanhadas por faixas menores, de 20 a 30 cm, de plantas dobradas para o lado oposto, em perfeita e incompreens\u00edvel harmonia. \u00c9 f\u00e1cil imaginar a impossibilidade de realizar figuras com esses detalhes com os meios empregados pelos circlemakers, ou \u201cfazedores de agroglifos\u201d, que os forjam e creditam a si a origem dos agroglifos. Se fossem eles mesmos, for\u00e7osamente deixariam vest\u00edgios dessa dif\u00edcil opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Outra caracter\u00edstica que pudemos observar, esta a partir da an\u00e1lise no solo, foi a dobra das plantas com n\u00f3s precisos e perto de sua base, onde, no caso do agroglifo de Prudent\u00f3polis, de 2016, o agr\u00f4nomo Douglas Albrecht encontrou in\u00fameras anomalias. J\u00e1 no centro da figura de Highworth buscamos vest\u00edgios de emiss\u00e3o eletromagn\u00e9tica, tal como o f\u00edsico Alcides C\u00f4res descobriu em Prudent\u00f3polis \u2014 uma forma de energia que teria dobrado o trigo sem quebrar, informando sobre a maneira como foram feitas as figuras.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Manipula\u00e7\u00e3o dos cereais<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">A detec\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o eletromagn\u00e9tica \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de que existe uma tecnologia implicada na manipula\u00e7\u00e3o dos cereais para fazer as figuras, e n\u00e3o \u00e9 na a\u00e7\u00e3o de cordas e paus dos circlemakers que est\u00e1 a resposta. Amostras foram colhidas do agroglifo de Highworth para an\u00e1lise pela equipe brasileira, no laborat\u00f3rio da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), o que permitir\u00e1 uma abordagem comparativa das suas caracter\u00edsticas com os nossos [Os resultados ainda n\u00e3o est\u00e3o prontos].<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Visitamos em seguida o segundo agroglifo descoberto quando de nossa chegada ao pa\u00eds, em um campo de trigo em Rollright Stones, em Oxfordshire, o condado vizinho a Wiltshire \u2014 era outra Flor da Vida, embora menos complexa e espetacular que a primeira. A 100 m do campo havia umas 30 pessoas vestidas \u00e0 moda celta, dan\u00e7ando em torno de um c\u00edrculo megal\u00edtico de pedras, um \u201cpequeno Stonehenge\u201d, cuja idade estimada fica em torno de 2.200 a.C. Praticavam coreografias ritmadas por guizos de m\u00e3o e tambores. Era um ritual de colheita conduzido por um druida, o que nos transportou para um outro tempo da Cultura Celta, quando o maravilhoso e o sobrenatural eram dimens\u00f5es que conviviam com a rotina humana, na personifica\u00e7\u00e3o de imagens de fadas, duendes e outros esp\u00edritos elementares da natureza, que, desmistificados em sua origem, muitos sup\u00f5em serem os autores das figuras nas planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile\">\n<figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1335\" src=\"https:\/\/lallabarretto.com\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/3-4.jpg\" alt=\"\" width=\"621\" height=\"467\" \/><\/figure>\n<div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>A igualmente interessante forma\u00e7\u00e3o de Warwickshire, achada em 08 de agosto, que forma com uma \u00e1rvore pr\u00f3xima um delicado conjunto. (cr\u00e9dito: ARQUIVO UFO)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Em 08 de agosto, outra figura apareceu para podermos pesquisar, desta vez em Warwickshire, distante mais ou menos duas horas de nossa base em Swindon. Ao contr\u00e1rio dos casos anteriores, alguns obst\u00e1culos apareceram para atrapalhar nossa chegada ao local, entre eles o fato de que o agroglifo se encontrava em um campo de dif\u00edcil acesso, ap\u00f3s um canal. Apesar da dificuldade, est\u00e1vamos dispostos a chegar \u00e0 figura, mas, no in\u00edcio, o fazendeiro n\u00e3o permitiu nossa entrada, por\u00e9m indicou-nos o local mais pr\u00f3ximo dela para, a partir de l\u00e1, sobrevoarmos a planta\u00e7\u00e3o com o drone e colher imagens que, ao final, se mostraram exuberantes.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Nosso guia, Gary King, habituado e calejado com as dificuldades impostas pelos propriet\u00e1rios para que pesquisas sejam feitas em suas terras, custou a acreditar na tamanha boa vontade finalmente demonstrada por seu conterr\u00e2neo ingl\u00eas, que foi convencido por Gevaerd de que o trabalho de reconhecimento do agroglifo era importante. Ele apenas pediu que n\u00e3o caus\u00e1ssemos danos \u00e0 colheita, o que n\u00e3o ocorreria porque apenas a sobrevoamos e n\u00e3o a adentramos.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">O bel\u00edssimo agroglifo estava em uma planta\u00e7\u00e3o de trigo e quase integrando uma figura maior com uma \u00e1rvore que restava solit\u00e1ria no meio da colheita. Conhecendo um pouco da citada milenar Cultura Celta, podemos dizer que tal \u00e1rvore, \u00fanica no campo, talvez seja considerada tradicionalmente sagrada e, por isso, tenha sobrevivido no meio de uma planta\u00e7\u00e3o \u2014 preservada por supersti\u00e7\u00e3o pelo dono da \u00e1rea. E foi conectada \u00e0 figura do agroglifo de Warwickshire, evidenciando mais uma vez a profunda liga\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno com a cultura ancestral.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Monumentos ancestrais<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Mais do que terra de agroglifos, ou muito al\u00e9m deles, a Inglaterra \u00e9 rica em monumentos ancestrais. Avebury \u00e9 o maior s\u00edtio megal\u00edtico na Europa e revela, junto com Stonehenge, a perman\u00eancia da Cultura Celta na regi\u00e3o. Por sua inquestion\u00e1vel liga\u00e7\u00e3o com as figuras que pesquisamos, visitamos tamb\u00e9m esses lugares impressionantes, de pedras silenciosas que invocam igualmente a exist\u00eancia de uma sofisticada civiliza\u00e7\u00e3o, provavelmente antediluviana, da qual a celta seria um vest\u00edgio j\u00e1 empobrecido e incompleto.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Para mostrar a complexidade do fen\u00f4meno dos agroglifos, a holandesa Monique Klinkenbergh e alem\u00e3o Andreas M\u00fcller, com a ajuda de personalidades locais, criaram um espa\u00e7o espetacular ao lado do c\u00e9lebre pub The Barge Inn, tradicional ponto de encontro de entusiastas, estudiosos e pesquisadores dos agroglifos em Alton Barnes, uma exposi\u00e7\u00e3o detalhada do fen\u00f4meno. Com pain\u00e9is de 2,5 m de altura juntos a quase 50 m de paredes em labirinto, a amostra, uma esp\u00e9cie de \u201cmemorial dos agroglifos\u201d, apresenta todas as facetas e fases do fen\u00f4meno. A visita\u00e7\u00e3o \u00e9 p\u00fablica.<\/p>\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\">\n<figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1336\" src=\"https:\/\/lallabarretto.com\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/4-4.jpg\" alt=\"\" width=\"680\" height=\"907\" \/><\/figure>\n<div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>O m\u00edtico Michael Glickmann, para quem os agroglifos s\u00e3o como \u201cportais de hospitalidade\u201d de intelig\u00eancias superiores. (cr\u00e9dito: ARQUIVO UFO)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Se os agroglifos s\u00e3o obra de uma intelig\u00eancia n\u00e3o terrestre, ent\u00e3o, pela primeira vez na hist\u00f3ria da Ufologia, temos algo concreto e suficientemente est\u00e1vel do Fen\u00f4meno UFO a ser explorado. Tal como ele, as figuras inspiram todo tipo de teorias, das abordagens mais cient\u00edficas \u00e0s que evocam a interfer\u00eancia da dimens\u00e3o espiritual humana. Neste sentido, Lucy Pringle, estudiosa de primeira hora do tema, pensa que um dos objetivos da intelig\u00eancia respons\u00e1vel pelas forma\u00e7\u00f5es \u00e9, em suas palavras, \u201ctestar as rea\u00e7\u00f5es humanas frente ao mist\u00e9rio e ao desconhecido\u201d. O pol\u00eamico Colin Andrews acredita, por sua vez, que \u201cexiste um projeto criado pela intelig\u00eancia respons\u00e1vel pelo fen\u00f4meno no sentido de induzir a humanidade a desenvolver novas capacidades mentais para compreender seu lugar no universo como consci\u00eancia c\u00f3smica\u201d.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Essa ideia fez sentido para nossa experi\u00eancia de volta da terra dos agroglifos: j\u00e1 no Brasil, cada um de n\u00f3s constatou uma not\u00e1vel acelera\u00e7\u00e3o em sua capacidade de leitura, bem como a sensa\u00e7\u00e3o de \u201cdescompress\u00e3o\u201d dos conhecimentos adquiridos, como se at\u00e9 ent\u00e3o s\u00f3 fosse poss\u00edvel acessar a superf\u00edcie de um conhecimento que, na realidade, se encontrava comprimido na mente \u2014 nada espetacular, apenas sensa\u00e7\u00f5es not\u00e1veis que persistem.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Ainda em Alton Barnes, o grupo da Revista UFO ainda teve a oportunidade de conhecer e dialogar com o homem que elaborou a teoria talvez a mais interessante sobre o objetivo dos agroglifos. Michael Glickman, um dos maiores pensadores do fen\u00f4meno, nos recebeu calorosamente em sua casa, felic\u00edssimo de encontrar Gevaerd em sua sala de estar cheia de livros e a desordem de um esp\u00edrito vivo, que habita um olhar ao mesmo tempo amoroso e direto, com o brilho da intelig\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">Para serem vistos<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Pudemos observar, colados em todo o contorno de sua lareira, diferentes croquis de agroglifos, que est\u00e3o ali para serem vistos, bem de acordo com sua concep\u00e7\u00e3o pessoal do objetivo da intelig\u00eancia n\u00e3o terrestre que supomos ser a autora das figuras. Glickman nos explicou que, em sua opini\u00e3o, o fen\u00f4meno, mesmo que alguma tecnologia tenha sido usada para faz\u00ea-lo, funciona como uma \u201cimpress\u00e3o mental\u201d que age a n\u00edvel do inconsciente humano. \u201cEssa impress\u00e3o mental \u00e9 est\u00e9tica, capaz de mudar nosso padr\u00e3o vibrat\u00f3rio e transmitir conceitos abstratos que podem reordenar nossos pensamentos\u201d, diz. Para ele, os agroglifos se relacionam diretamente com cada indiv\u00edduo que encontra o fen\u00f4meno, \u201ccomo se cada um reagisse diferentemente diante desses supostos \u2018estimuladores mentais\u2019\u201d.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">S\u00f3 tivemos a ousadia de discordar de Michael Glickman quando ele disse que a pesquisa dos aspectos f\u00edsicos das figuras \u00e9 perda de tempo. Mas entendemos seu desencanto, j\u00e1 que a abordagem cient\u00edfica do fen\u00f4meno em seu pa\u00eds n\u00e3o trouxe nenhuma informa\u00e7\u00e3o mais relevante para a sua compreens\u00e3o. Ali\u00e1s, nenhuma pesquisa f\u00edsica realizada pelos ingleses trouxe tantos dados in\u00e9ditos como o protocolo cient\u00edfico aplicado pela equipe da UFO nos agroglifos daqui \u2014 a consist\u00eancia cient\u00edfica da abordagem brasileira abre um grande leque de possibilidades de conhecimento ligadas \u00e0 energia eletromagn\u00e9tica, que pode conter mensagens codificadas.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong><span class=\"has-inline-background\">\u201cFen\u00f4meno mais intenso\u201d<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Gevaerd faz uma compara\u00e7\u00e3o entre as figuras inglesas e as brasileiras, destacando as diferen\u00e7as naturais e a total identidade do aspecto tecnol\u00f3gico de cada grupo. \u201cAcompanho os agroglifos brasileiros desde que come\u00e7aram a surgir, e os europeus, principalmente na Inglaterra, j\u00e1 h\u00e1 uns 20 anos. Embora se saiba que o fen\u00f4meno \u00e9 o mesmo, que tem a mesma raiz, os ingleses e os brasileiros t\u00eam algumas diferen\u00e7as\u201d. O editor garante que as nossas forma\u00e7\u00f5es s\u00e3o bem mais vigorosas, cheias de vida e de energia, ocorrendo sempre em planta\u00e7\u00f5es vi\u00e7osas e esverdeadas. \u201cJ\u00e1 os agroglifos europeus, especialmente os da fase do plantio de trigo, que ocorre no final da temporada do ver\u00e3o ingl\u00eas, quando o fen\u00f4meno \u00e9 mais intenso, t\u00eam uma apar\u00eancia \u2018cansada\u2019 \u2014 s\u00e3o antigos e medievais, como quase tudo o que a gente encontra na Inglaterra\u201d.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">Para o editor, a identidade tecnol\u00f3gica \u00e9 o que se repete no fen\u00f4meno mundo afora. \u201cPor\u00e9m, alguns detalhes dos agroglifos de l\u00e1, que acontecem h\u00e1 mais de 40 anos, e os nossos, bem mais recentes, s\u00e3o id\u00eanticos, como confirmamos com Gary King. Por exemplo, a perfei\u00e7\u00e3o das dobras das plantas de fora para dentro e de dentro para fora, paralelamente, \u00e9 muito interessante. Entre muitas outras coisas\u201d.<\/p>\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile\">\n<figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1337\" src=\"https:\/\/lallabarretto.com\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/5-2.jpg\" alt=\"\" width=\"617\" height=\"464\" \/><\/figure>\n<div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\"><em>O grupo da Revista UFO tendo ao fundo o monumento de Avebury: Toni Inajar Kurowski, Gary King, <strong>Lall\u00e1 Barretto<\/strong> e Francisco Dreux. (cr\u00e9dito: ARQUIVO UFO)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">A compreens\u00e3o do que s\u00e3o os agroglifos, por quem s\u00e3o feitos e com que objetivo seguem sendo um desafio. A intera\u00e7\u00e3o das figuras com as pessoas, como que falamos no in\u00edcio deste trabalho, parece ser um di\u00e1logo entre o fen\u00f4meno e o observador, tal como pr\u00f3prio Gevaerd expressou ao final de nossa viagem: \u201cFui \u00e0 Inglaterra com um olhar cient\u00edfico quanto aos agroglifos de l\u00e1, especialmente porque participei das descobertas do agroglifo de Prudent\u00f3polis, no ano passado, e queria confirmar se o que encontramos aqui existe l\u00e1. Fomos para fazer medi\u00e7\u00f5es, e fizemos. Para colher amostras, e colhemos. Para sobrevoar e filmar as figuras, e fizemos tudo aquilo que era cientificamente necess\u00e1rio fazer. S\u00f3 que, a partir de algumas horas caminhando nos agroglifos ingleses, a coisa em que eu menos pensei em fazer, mas ainda assim fiz, foi uma leitura cient\u00edfica, porque na verdade o fen\u00f4meno chama voc\u00ea para uma \u2018conversa\u2019\u201d.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify has-medium-font-size\">E completa o editor: \u201cSe voc\u00ea se permite interagir com o agroglifo, ele te absorve, te puxa para si, \u2018dialoga\u2019 com voc\u00ea para voc\u00ea ter um entendimento do fen\u00f4meno muito superior ao cient\u00edfico, e isso \u00e9 muito relevante. Seria um entendimento transcendental, at\u00e9 espiritualista, na falta de uma palavra melhor\u201d.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><\/div><figcaption><em>Lall\u00e1 Barretto entrevista Toni Inajar.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<ul>\n<li><em>Artigo publicado na Revista UFO<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/lallabarretto.com\/\">Lall\u00e1 Barretto<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1380021\" src=\"https:\/\/bocudo.com\/wp-content\/uploads\/2003\/04\/MINI-noticias-removebg.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: center; margin: 20px 0;\"><script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4475525115208877\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display: block; text-align: center;\" data-ad-layout=\"in-article\" data-ad-format=\"fluid\" data-ad-client=\"ca-pub-4475525115208877\" data-ad-slot=\"7970302005\"><\/ins><br \/>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; As impressionantes descobertas feitas nos agroglifos brasileiros de 2016 e a possibilidade de a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1379097,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8270,8271],"tags":[],"class_list":["post-1374776","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-misterios-conhecimento-e-curiosidades","category-ufologia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1374776","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1374776"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1374776\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1388926,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1374776\/revisions\/1388926"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1379097"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1374776"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1374776"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1374776"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}