{"id":1374550,"date":"2023-05-22T11:01:38","date_gmt":"2023-05-22T11:01:38","guid":{"rendered":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1374550"},"modified":"2026-03-19T11:06:43","modified_gmt":"2026-03-19T14:06:43","slug":"manguezais-corais-e-terras-indigenas-conheca-litoral-no-centro-da-discussao-sobre-a-exploracao-de-petroleo-pela-petrobras-no-rio-amazonas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bocudo.com\/?p=1374550","title":{"rendered":"Manguezais, corais e terras ind\u00edgenas: conhe\u00e7a litoral no centro da discuss\u00e3o sobre a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo pela Petrobras no Rio Amazonas"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center; margin: 20px 0;\"><script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4475525115208877\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display: block; text-align: center;\" data-ad-layout=\"in-article\" data-ad-format=\"fluid\" data-ad-client=\"ca-pub-4475525115208877\" data-ad-slot=\"7970302005\"><\/ins><br \/>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/YxWbEckHmpAUrA2kaATDutDtung=\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/c\/R\/QMH4YxQoG8DtazK7SP6Q\/308671190-432920755607566-133581903308195184-n-1-.jpg\" \/><br \/>\nBiodiversidade costeira que pode ser impactada pela explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Amap\u00e1<br \/>\nParque Nacional do Cabo Orange\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Com recifes de corais ainda pouco estudados e com o maior cintur\u00e3o de manguezais do mundo \u2013 que se estende pela costa da Amaz\u00f4nia e representa 80% da cobertura do pa\u00eds \u2013, a bacia da foz do Rio Amazonas \u00e9 considerada uma regi\u00e3o de grande relev\u00e2ncia biol\u00f3gica.<br \/>\nEsta biodiversidade est\u00e1 no centro das discuss\u00f5es sobre a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no extremo norte do Brasil, a cerca de 175 quil\u00f4metros da costa do Amap\u00e1, na bacia da Foz do Amazonas.<\/p>\n<p>Na quarta-feira (17), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) negou licen\u00e7a para a Petrobras iniciar a explora\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera na regi\u00e3o.<br \/>\nO \u00f3rg\u00e3o informou que o plano da Petrobras para a \u00e1rea n\u00e3o apresenta garantias para atendimentos \u00e0 fauna em poss\u00edveis acidentes com o derramamento de \u00f3leo, e que viu lacunas na previs\u00e3o de impactos da atividade em tr\u00eas terras ind\u00edgenas em Oiapoque.<br \/>\nA Petrobras declarou que atendeu a todos os requisitos do Ibama no processo de licenciamento e que a \u00e1rea em que pretende perfurar o po\u00e7o est\u00e1 a 175 km costa do Amap\u00e1 e a mais de 500 km da foz do Rio Amazonas.<br \/>\nO Minist\u00e9rio de Minas e Energia declarou que recebeu a decis\u00e3o do Ibama com naturalidade e respeito, e que o po\u00e7o, de pesquisa, serviria para reconhecimento do subsolo e das potencialidades da regi\u00e3o.<br \/>\nNa primeira manifesta\u00e7\u00e3o sobre o assunto, Lula (PT) disse nesta segunda-feira (22) achar dif\u00edcil haver algum problema para a Amaz\u00f4nia, mas que ainda avaliaria o caso.<br \/>\n&#8220;Se explorar esse petr\u00f3leo tiver problemas para a Amaz\u00f4nia, certamente n\u00e3o ser\u00e1 explorado. Mas eu acho dif\u00edcil, porque \u00e9 530 km de dist\u00e2ncia da Amaz\u00f4nia. Mas eu s\u00f3 posso saber quando eu chegar l\u00e1 [no Brasil]&#8221;, declarou o presidente pouco antes de deixar o Jap\u00e3o, onde estava para a participar da c\u00fapula do G7 .<\/p>\n<p>Em 2016, recifes de corais foram descobertos na costa do Amap\u00e1 em meio ao an\u00fancio de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na regi\u00e3o. Os \u201ccorais da Amaz\u00f4nia\u201d, de acordo com a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental (ONG) internacional Greenpeace, s\u00e3o forma\u00e7\u00f5es \u00fanicas e seriam diretamente amea\u00e7adas pela atividade petrol\u00edfera.<br \/>\nOs corais foram citados pela primeira vez em maio de 2016 por um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que explorou a costa Leste do Amap\u00e1, na fronteira com a Guiana Francesa.<br \/>\nDe acordo com a pesquisa, os recifes s\u00e3o formados por corais, esponjas e rodolitos (algas calc\u00e1rias).<br \/>\nDiante do estudo, os pesquisadores fizeram em janeiro de 2017 a primeira expedi\u00e7\u00e3o que, ao longo de 16 dias, mapeou e identificou as novas descobertas.<\/p>\n<p>O ecossistema ainda pouco conhecido fica a 100 quil\u00f4metros do litoral, pr\u00f3ximo ao encontro das \u00e1guas do Rio Amazonas e do Oceano Atl\u00e2ntico. Ele desperta grande curiosidade sobre como acontece a adapta\u00e7\u00e3o da vida mar\u00edtima na mistura de \u00e1gua doce e salgada.<br \/>\nInicialmente, foi estimado que os recifes teriam pelo menos 9.500 quil\u00f4metros quadrados, mas ap\u00f3s a expedi\u00e7\u00e3o, os cientistas estimam que eles podem ter at\u00e9 56 mil quil\u00f4metros quadrados, em uma \u00e1rea que vai da Guiana Francesa, passa pelo Amap\u00e1 e Par\u00e1 e chega ao Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Para o Greenpeace, os recifes est\u00e3o amea\u00e7ados pelo fato de estarem localizados pr\u00f3ximos ao bloco a ser explorado na bacia da foz do Amazonas.<br \/>\n&#8220;O Greenpeace apoiou expedi\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em 2017 e 2018, que j\u00e1 indicavam a inviabilidade ambiental para essa explora\u00e7\u00e3o. Inclusive, esse termo \u00e9 usado no parecer do Ibama, que respeita o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o, de se evitar qualquer interven\u00e7\u00e3o o meio ambiente sem as garantias de que n\u00e3o vai ter impacto&#8221;, disse Marcelo Laterman, porta-voz de Oceanos do Greenpeace Brasil.<br \/>\nEm 2018, uma petrol\u00edfera francesa que tentava explorar a mesma \u00e1rea teve a licen\u00e7a negada pelo Ibama.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em 2018, um projeto de lei para tornar os corais da Amaz\u00f4nia uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o permanente come\u00e7ou a tramitar na C\u00e2mara dos Deputados, mas a proposta foi rejeitada em dezembro de 2021 pela Comiss\u00e3o de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da C\u00e2mara.<br \/>\nEm meio \u00e0 discuss\u00e3o sobre a poss\u00edvel libera\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na \u00e1rea pr\u00f3ximas aos corais, ONGs, universidades e moradores da regi\u00e3o temem as consequ\u00eancias de impactos ambientais ao ecossistema.<\/p>\n<p>Distribu\u00eddos pelos estados do Amap\u00e1, Par\u00e1 e Maranh\u00e3o, os manguezais da Amaz\u00f4nia correspondem a mais de 80% dos manguezais do Brasil e possui o maior cintur\u00e3o ininterrupto do mundo.<br \/>\nDe acordo com o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), o Amap\u00e1 \u00e9 o terceiro maior estado do Brasil com uma \u00e1rea de 226 mil hectares de mangues, atr\u00e1s do Par\u00e1 (aproximadamente 390 mil hectares) e do Maranh\u00e3o (505 mil hectares). O dado, segundo o instituto, consolida a import\u00e2ncia da costa norte para a conserva\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO mangue \u00e9 um ambiente de transi\u00e7\u00e3o entre o mar e o continente, entre a \u00e1gua salgada e a doce, entre os biomas terrestre e marinho, nas regi\u00f5es tropicais e subtropicais.<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, o ecossistema gera verdadeiras florestas com \u00e1rvores de grande porte. O solo se forma a partir de uma grande quantidade de mat\u00e9ria org\u00e2nica em decomposi\u00e7\u00e3o que serve de alimento e habitat para diversas esp\u00e9cies de crust\u00e1ceos e peixes.<br \/>\nNo Amap\u00e1, ocorre entre o Oceano Atl\u00e2ntico e o Rio Amazonas, onde existem as \u00e1reas de v\u00e1rzea, protegidas pelos manguezais.<br \/>\n\u201cEle surge com o objetivo de proteger o pr\u00f3prio continente de impactos poss\u00edveis, como de um tsunami, por exemplo, ou de grandes ondas. Ele tamb\u00e9m \u00e9 um ber\u00e7\u00e1rio de esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas, onde peixes, crust\u00e1ceos e camar\u00f5es usam para reprodu\u00e7\u00e3o. O mesmo peixe que a gente consome no mercado, \u00e9 o mesmo peixe que um dia viveu no mangue\u201d, destacou Paulo Silvestro, analista ambiental do ICMBio.<br \/>\nA maior parte dos mangues amapaenses est\u00e1 localizada no Parque Nacional do Cabo Orange.<\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de aproximadamente 657.318 mil hectares, o Parque Nacional do Cabo Orange est\u00e1 localizado nos munic\u00edpios de Cal\u00e7oene e Oiapoque, no Norte do Amap\u00e1, regi\u00e3o tamb\u00e9m conhecida como Litoral Equatorial Amaz\u00f4nico.<br \/>\nAs esp\u00e9cies florestais mais comuns na regi\u00e3o s\u00e3o as \u00e1rvores mangue-branco, mangue-vermelho e o negro.<br \/>\nO local abriga v\u00e1rios animais que est\u00e3o amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o, entre eles gato-do-mato, cuxi\u00fa-preto, tartaruga-verde, tamandu\u00e1-bandeira, on\u00e7a-pintada, peixe-boi marinho e peixe-boi-da-Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Um protagonista desta regi\u00e3o \u00e9 o peixe-boi chamado &#8220;Victor Marac\u00e1&#8221;. Ele foi resgatado e ap\u00f3s viver por seis anos em uma piscina foi devolvido \u00e0 natureza num rio na Aldeia do Manga, em Oiapoque.<br \/>\nPeixe-boi amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o volta \u00e0 natureza, em aldeia no AP<br \/>\nSegundo o ICMBio, uma das vis\u00f5es que mais impressiona os visitantes \u00e9 a grande concentra\u00e7\u00e3o de aves, que utilizam a \u00e1rea para constru\u00e7\u00e3o de ninhos nos mangues.<\/p>\n<p>De acordo com o bi\u00f3logo analista do ICMBio, o Amap\u00e1 recebe anualmente algumas esp\u00e9cies de aves que fogem do inverno de pa\u00edses como o Canad\u00e1 e os Estados Unidos e que passam o ver\u00e3o nesse ponto espec\u00edfico no Norte do Brasil.<br \/>\n\u201cTem animais que viajam milhares de quil\u00f4metros do Canad\u00e1 e do Alasca (EUA) e v\u00eam pra c\u00e1. O ma\u00e7arico-rasteirinho, ma\u00e7arico-de-perna-amarela. Do grande e do pequeno, v\u00eam ficar aqui durante o inverno de l\u00e1, que tem muita neve e n\u00e3o tem comida&#8221;, comentou Silvestro.<\/p>\n<p>Outros protagonistas dessa \u00e1rea s\u00e3o os caranguejos-u\u00e7a, crust\u00e1ceos predominantes na regi\u00e3o. A esp\u00e9cie se alimenta de folhas em decomposi\u00e7\u00e3o, sementes e frutos de mangue.<br \/>\nA carne do caranguejo-u\u00e7a \u00e9 bastante apreciada na culin\u00e1ria, por isso \u00e9 definido anualmente o per\u00edodo de defeso durante a \u00e9poca reprodutiva da esp\u00e9cie.<br \/>\nConhecida como &#8220;andada&#8221;, essa fase acontece no in\u00edcio do ano, quando os caranguejos saem das tocas e andam aos montes pelos manguezais, em busca de acasalamento e para a libera\u00e7\u00e3o de ovos.<br \/>\nCaranguejos-u\u00e7a na &#8220;andada&#8221;<br \/>\nCPRH<br \/>\nEsta \u00e1rea que comp\u00f5e o Parque Nacional do Cabo Orange \u00e9 apenas um recorte da rica biodiversidade existente na costa do Amap\u00e1.<br \/>\nOutras duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o litor\u00e2neas tamb\u00e9m guardam as riquezas do extremo norte do Brasil: a Reserva Biol\u00f3gica do Lago Piratuba e a Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica Marac\u00e1-Jipioca, que abriga a \u201cIlha das On\u00e7as-Pintadas\u201d, uma das regi\u00f5es mais remotas do estado com acesso pelo munic\u00edpio de Amap\u00e1.<\/p>\n<p>Povos Ind\u00edgenas temem a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na costa do Amap\u00e1 por acreditarem que a atividade deve provocar impactos ambientais em pelo menos quatro etnias que ficam ao norte do estado.<br \/>\nRenata Lod, vice coordenadora do Conselho de Caciques dos Povos Ind\u00edgenas do Oiapoque (CCPIO), detalhou que os povos Karipuna, Galibi Marworno, Galibi Kali&#8217; na e Palikur-Arukwayene vivem em 3 Terras Ind\u00edgenas demarcadas e homologadas (TI Ua\u00e7\u00e1, TI Jumina e TI Galibi).<\/p>\n<p>Ao todo, s\u00e3o cerca de 13 mil ind\u00edgenas vivendo em 56 comunidades dentro de uma \u00e1rea cont\u00ednua de 518.454 hectares, organizada em 5 regi\u00f5es: BR-156, Rio Oiapoque, Rio Ua\u00e7\u00e1, Rio Urukaw\u00e1 e Rio Curipi.<br \/>\nA vice coordenadora disse que as comunidades receberam com satisfa\u00e7\u00e3o o resultado do parecer do ibama.<br \/>\n&#8220;Ele apenas afirma aquilo que a gente vem tentando dialogar com a Petrobras todo esse tempo porque n\u00f3s estamos tentando um di\u00e1logo para que o nosso protocolo de consulta seja respeitado, mas tamb\u00e9m para que a gente mostre os danos que isso pode trazer. N\u00f3s estamos vivendo as quest\u00f5es das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e n\u00f3s povos ind\u00edgenas estamos vivendo na pele toda essa situa\u00e7\u00e3o&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 a movimenta\u00e7\u00e3o de aeronaves na regi\u00e3o. Segundo Lod, o barulho pode causar transtornos nas aldeias, que n\u00e3o est\u00e3o acostumadas com sobrevoos.<br \/>\nAdapta\u00e7\u00f5es no aer\u00f3dromo de Oiapoque para aux\u00edlio na explora\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera<br \/>\n&#8220;A quest\u00e3o das aeronaves que passavam quase que diariamente em cima das nossas aldeias trazendo consequ\u00eancias tanto para as nossas crian\u00e7as que se assustavam, quanto para a ca\u00e7a. Isso assustava as ca\u00e7as, tanto p\u00e1ssaros, quanto animais terrestres [&#8230;] os nossos territ\u00f3rios vai sendo impactados com isso&#8221;, completou.<\/p>\n<div style=\"text-align: center; margin: 20px 0;\"><script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4475525115208877\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><br \/>\n<ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display: block; text-align: center;\" data-ad-layout=\"in-article\" data-ad-format=\"fluid\" data-ad-client=\"ca-pub-4475525115208877\" data-ad-slot=\"7970302005\"><\/ins><br \/>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biodiversidade costeira que pode ser impactada pela explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Amap\u00e1 Parque Nacional do&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1379467,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8197,8218,8217],"tags":[],"class_list":["post-1374550","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conhecimento-e-curiosidades","category-meio-ambiente","category-natureza"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1374550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1374550"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1374550\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1379468,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1374550\/revisions\/1379468"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1379467"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1374550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1374550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bocudo.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1374550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}